Segundo o relatório da Uber sobre o acidente que atropelou e matou Elaine Herzberg, de 49 anos, no mês de março, o conjunto de sensores do carro chegou a identificar a vítima, porém o software determinou que não era necessário tomar decisões evasivas. De acordo ainda com a investigação da empresa, houve a possibilidade de a detecção ter sido um falso positivo.
O motivo desta decisão do software é porque existe uma série de situações em que os computadores dos carros autônomos podem identificar objetos ou humanos à sua frente, e que como a pessoa estava atravessando a rua fora da faixa de pedestres, o sistema acreditou que uma solução imediata não seria necessária, de acordo com o levantamento. As imagens do acidente mostram que o operador do carro estava distraído e não prestou atenção ao que estava acontecendo.
A Uber interrompeu os testes com carros autônomos desde o acidente e segue trabalhando com o NTSB (National Transportation Safety Board) na investigação.
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Fonte: The Information. Foto: Divulgação.





