Dynasty acionará CVM para regularização

Criada por brasileiros, a criptomoeda solicitará no primeiro trimestre do ano que vem registro de sua oferta pública inicial para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

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A empresa de criptomoedas Dynasty, idealizadas por brasileiros, começou sua atuação na Suíça. A escolha do país europeu se deu por conta dos avanços legislativos e econômicos que a região possui para o desenvolvimento desta tecnologia.

Em tramites finais para operar no mercado internacional, a empresa direcionará seu foco ao Brasil, e solicitará no primeiro trimestre do ano que vem registro de sua oferta pública inicial para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Para o cofundador da Dynasty, Eduardo Carvalho, a volatilidade do bitcoin, a primeira criptomoeda criada, fez com que muitos governos ficaram receosos com este tipo de transações digitais. “Idealizamos nossa moeda com um propósito diferente. O D¥N possui lastro no mercado imobiliário, o que significa que há um ativo real atrelado às suas transações”, conta Carvalho.

A empresa já solicitou a regularização com a Finma, autoridade federal do mercado financeiro na Suíça, além de conseguir a abertura de conta com o Bank Frick, instituição especializada em criptomoedas, que administrará as negociações comerciais.

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Fonte: Startupi. Foto: Divulgação.