O Brasil atingiu um patamar em um ranking nada feliz. De acordo com o estudo Global E-Waste Monitor, realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina, e 7º maior do mundo. Anualmente, o país produz 1,5 mil toneladas de lixo eletrônico, e apenas 3% de todo esse montante tem um descarte adequado.
Devido à composição química dos equipamentos, muito desse lixo eletrônico é extremamente tóxico ao ambiente.
Um exemplo do perigo do descarte inadequado são os cartuchos e toners de impressoras. Apesar de aparentemente inofensivos, os toners de tinta contêm um pó que, ao entrar em contato com fogo, libera gás metano, que não só potencializa o efeito estufa e causa problemas respiratórios em humanos, como também é inflamável e pode causar explosões. Já a tinta que sobra nos cartuchos de impressoras contamina o solo e o lençol freático, tornando a terra estéril e a água imprópria para o consumo.
Além deles, pilhas e baterias, telas de plasma, entre outros equipamentos, são descartados de forma incorreta, ao invés de fazerem o “fluxo inverso”, ou seja, serem devolvidos aos fabricantes, prática considerada correta.
Várias empresas têm adotado um modelo de negócio mais sustentável. Por exemplo, a HP e a Lexmark desenvolvem projetos onde 20% da matéria prima provêm da reutilização de toners e cartuchos usados, enquanto a Xerox tem investido numa nova tecnologia de impressão que praticamente não deixa resíduos de tinta nos cartuchos vazios.
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Fonte: Canaltech. Foto: Divulgação.





