Nesta segunda-feira, dia 1º, iniciou a implementação do open banking. A primeira fase do compartilhamento de dados bancários, criado pelo Banco Central (Bacen), inicialmente estava prevista para começar a vigorar em novembro do ano passado, mas foi adiada para este mês a pedido das instituições financeiras.
A alegação das instituições financeiras era que estavam com os serviços tecnológicos comprometidos com a pandemia de covid-19, que aumentou as transações eletrônicas, o pagamento do auxílio emergencial, a implementação do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, e o registro de recebíveis de cartões.
No total, o processo de implementação do open banking tem quatro etapas. A segunda fase iniciará em 15 de julho deste ano, enquanto a terceira será em 30 de agosto. Já na quarta e última fase a data prevista é 15 de dezembro deste ano. Na etapa final, as instituições financeiras poderão trocar informações entre si para oferecer produtos personalizados a cada cliente.
O que munda? – Com o open banking, clientes terão o poder sobre as informações levantadas pelas instituições financeiras, como dados cadastrais e histórico de transações. Desta forma, os clientes terão a possibilidade de procurar bancos e incentivar a competição por serviços e crédito mais barato e de melhor qualidade.
Para o consultor do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Bacen, Mardilson Fernandes Queiroz, o open banking muda a lógica de funcionamento do sistema financeiro. Entre as vantagens apontadas pelo consultor, estão a oferta de produtos com juros mais adequados a cada cliente, o aumento da concorrência e a inclusão de brasileiros no sistema bancário.
Fonte: Agência Brasil. Foto: Divulgação.
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