Banco Central lança Pix e promete novidades

Cashback e pagamentos programados estão entre as futuras funcionalidades

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Em evento online, realizado nesta segunda-feira, dia 16, o Banco Central (Bacen) oficializou a operação do Pix. Segundo o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, o sistema de pagamentos instantâneos terá novas funcionalidades pela frente, como cashback e pagamentos programados.

Campos Neto acredita que o Pix seja o “pontapé inicial” de uma grande evolução em meios de pagamento, com demanda da sociedade por algo que seja rápido, barato, seguro, transparente e aberto. O sistema de pagamento instantâneo funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, a um custo operacional significativamente mais baixo que o de modalidades já consolidadas no mercado, como transferências do tipo TED ou DOC e pagamentos por cartões de crédito e débito. De acordo com o Bacen, o custo do Pix é de 1 centavo para 10 transações.

Já as operações de pessoa física para pessoa física são gratuitas desde que feitas por meios eletrônicos. E as compras feitas por cidadãos via Pix tampouco podem ser tarifadas. Em contrapartida, os bancos e instituições financeiras podem taxar as transações com Pix feitas entre empresas, tanto na ponta do pagador quanto do recebedor.

Segundo o Bacen, as transações podem ser feitas com a utilização de chaves, como o número de celular, CPF, CNPJ ou e-mail.

Durante o evento, a autarquia informou que 19 instituições não realizaram todos os testes requeridos e vão deixar para ofertar o Pix em “momento futuro”. O total de instituições que a partir de hoje estão disponibilizando o Pix é de  734 instituições estão disponibilizando o Pix desde esta manhã.

O regulador financeiro informou, ainda, que até a véspera do lançamento oficial haviam sido cadastradas mais de 71 milhões de chaves Pix. No mesmo período de testes, que foi de 3 a 15 deste mês, foram realizadas mais de 1, 9 milhão de transações entre instituições diferentes, com um montante financeiro que passou de R$ 780 milhões de reais.

Fonte: Reuters. Foto: Divulgação.

 

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